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Bagé, RS, Brazil
Sou gaúcho de Bagé, Advogado, pós graduando em Direito Público com ênfase em gestão pública, secretário de juventude do PSB/Bagé, torcedor do Grêmio e do Bagé.

sábado, 27 de agosto de 2011

Jovens vão para as ruas e assustam governos!

Com esse título foi apresentada na edição de hoje do jornal Folha do Sul, uma reportagem por João José Forni, sobre os últimos movimentos de jovens no mundo. 

Recentemente, tivemos a "Primavera Árabe", movimento aonde os jovens foram às ruas para derrubar ditadores que estavam há anos no poder de seus paises.

Outros movimentos que vêm ocorrendo no Chile e na Inglaterra também foram citados. Mas vamos voltar no tempo e para o Brasil; O "Fora Collor" teve uma intensa participação dos estudantes; outra participação marcante foi na "Campanha da Legalidade", que neste mês completa 50 anos.

 Porém as manifestações aqui no Brasil ficaram no passado, hoje não vemos uma manifestação combatente às denúncias, cada vez mais corriqueiras, de corrupção em nosso País.

Hoje, vivemos passivos a insegurança, a baixa qualidade de educação, e, saúde. Todavia, não podemos nos sentir vitimas exclusivas da sociedade; devemos reconhecer que por vezes somos complacentes com essa morosidade em reclamar do que está errado.

Cito o exemplo aqui de Bagé, onde por anos o DCE foi parceiro das reitorias que se sucederam na missão de falir a URCAMP, sem jamais protestar, concordando com aumentos de mensalidades e sem apresentar projetos simples para a reestruturação de nossa Universidade, passando então, a protestar somente quando algumas “regalias” lhes foram cortadas pela atual Reitora. Os motivos disso até imaginamos, e, ai que entra a questão, de que não somos os salvadores da pátria, pelo contrário, podemos ser os destruidores dela, como está acontecendo na Inglaterra, aonde o que acontece são vandalismos e não protestos.

Por isso, devemos sim protestar sempre que nos sentimos prejudicados, mas para isso devemos ter coerência, e, não protestar apenas quando nos “secam as tetas” ou por simples interesses politicos.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Celso, a esperança!


Quem diria que o treinador mais odiado pela nação gremista voltaria como salvador. Eu fui um dos milhares de tricolores a protestar pela saída dele, mas agora acredito que seja a melhor alternativa para sacudir o vestiário.

Precisávamos de alguém para quando um Douglas saísse brabinho por ter sido tirado de campo em face de ter criado inúmeros contra-ataques, ao invés de lhe passar a mão na cabeça pedindo desculpa lhe desse um soco na orelha e mandasse sentar quieto no banco. Alguém que no intervalo metesse o pé na boca do Leandro e mande-o parar de cair, e, Celso, é o cara para isso. Ainda estamos sujeitos às politicagens de “ODONO”, mas já é um alento ter alguém com força dentro do vestiário. Creio que com Celso, Pelaipe e, principalmente Paixão, o Grêmio poderá sair dessa zica, mesmo com os refugos que possuímos no elenco.