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Bagé, RS, Brazil
Sou gaúcho de Bagé, Advogado, pós graduando em Direito Público com ênfase em gestão pública, secretário de juventude do PSB/Bagé, torcedor do Grêmio e do Bagé.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Trabalhante


Está tramitando na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 74/11, do deputado licenciado Luiz Pitiman, que cria a figura do trabalhante, nova espécie de contrato de trabalho para pessoas entre 16 e 21 anos, matriculadas em qualquer curso regular de ensino com carga horária mínima de 15 horas semanais.

O presente Projeto é considerado, como uma alternativa para a entrada de novos profissionais no mercado de trabalho. O autor defende que quando consegue um emprego, o jovem tem de conviver com altas cargas de trabalho e baixa remuneração.

Hoje, os estudantes dos ensinos médio, superior e profissionalizante podem fazer estágio a partir dos 16 anos. Os estagiários, conforme a Lei 11.788/08 tem direito a seguro contra acidentes pessoais e férias de 30 dias (sem o abono de 1/3). Além disso, eles não podem ficar mais de dois anos no mesmo local de trabalho, com exceção dos portadores de deficiência.

Em minha opinião, a “Lei do Estagiário” deveria ser aprimorada, sem o limite de tempo, e, não a criação de uma nova Lei, onde será mais vantajoso para o empregador, pois, não despenderá com verbas trabalhistas, causando assim uma procura pelo “trabalhante”, e, deixando de lado o trabalhador comum, o pai de família que precisa trabalhar. Outro ponto negativo que vejo, é que o projeto não traz incentivo para a qualificação, para o estudo e, sim para a mão de obra barata.

Ainda, o limite de idade, é exatamente onde o jovem está ingressando no mundo acadêmico, e, o como o estudo no caso do projeto não é a prioridade, acaba retardando a sua qualificação.

Por isso, acredito que nada é melhor para o jovem estudante, que o velho e bom estágio, claro, com uma melhor remuneração. Palavras de um estagiário!.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

I have a dream


Estamos próximo do começo da 2ª fase da Libertadores da América, e, agora é a hora do apoio. Lendo o blog do torcedor do globoesporte.com, resolvi copiar a postagem do colunista e gremista fanático Minwer Daqawiya.

 “Me lembro bem do início de 95, quando aquele time da Libertadores estava sendo montado praticamente de desconhecidos e refugos de times do centro do País, como o Paulo Nunes, que veio de contrapeso na contratação do Magno. O que mais marcou foi o desembarque do Jardel em Porto Alegre: carregado pela torcida, que lotou o saguão do Salgado Filho, aos cantos de “gremista não é otário, quem tem Jardel não precisa de Romário”.

Só mais tarde fui perceber que aquela cantoria, que no começo parecia deboche, na verdade era a prova maior de que seríamos bicampeões da América. Com esse apoio verdadeiro da torcida e essa crença no time, os ilustres desconhecidos se tornariam heróis e seriam imortalizados na história do Grêmio.

Como Martin Luther King Jr. disse no seu famoso discurso: “Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade”.

É isso que temos que fazer. Imaginem gremistas desarmados de espírito, fazendo uma corrente única em busca do Tri da Libertadores. Basta deixarmos de lado as diferenças internas. Não interessa se alguém prefere fulano do time ou não gosta de beltrano da diretoria. O Grêmio está muito acima de individualidades. E, por mais que tenhamos que ser críticos com tudo que envolve o Grêmio, a Libertadores exige esse comprometimento de todos e o fim do fogo amigo enquanto se está envolvido com ela. Não é hora tripudiar nos defeitos, mas sim de valorizar o que temos de bom. O que não podemos fazer é municiar nossos adversários muito menos nos sabotar, pois só ganha a Copa quem quer.

Sei que corro o risco de ser pessimamente interpretado e me acusarem de oficialista (não vai ser a primeira vez), mas o objetivo, se alcançado, compensa – e muito – qualquer mal entendido.

Tenho um sonho. E vocês?”