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Sou gaúcho de Bagé, Advogado, pós graduando em Direito Público com ênfase em gestão pública, secretário de juventude do PSB/Bagé, torcedor do Grêmio e do Bagé.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

I have a dream


Estamos próximo do começo da 2ª fase da Libertadores da América, e, agora é a hora do apoio. Lendo o blog do torcedor do globoesporte.com, resolvi copiar a postagem do colunista e gremista fanático Minwer Daqawiya.

 “Me lembro bem do início de 95, quando aquele time da Libertadores estava sendo montado praticamente de desconhecidos e refugos de times do centro do País, como o Paulo Nunes, que veio de contrapeso na contratação do Magno. O que mais marcou foi o desembarque do Jardel em Porto Alegre: carregado pela torcida, que lotou o saguão do Salgado Filho, aos cantos de “gremista não é otário, quem tem Jardel não precisa de Romário”.

Só mais tarde fui perceber que aquela cantoria, que no começo parecia deboche, na verdade era a prova maior de que seríamos bicampeões da América. Com esse apoio verdadeiro da torcida e essa crença no time, os ilustres desconhecidos se tornariam heróis e seriam imortalizados na história do Grêmio.

Como Martin Luther King Jr. disse no seu famoso discurso: “Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade”.

É isso que temos que fazer. Imaginem gremistas desarmados de espírito, fazendo uma corrente única em busca do Tri da Libertadores. Basta deixarmos de lado as diferenças internas. Não interessa se alguém prefere fulano do time ou não gosta de beltrano da diretoria. O Grêmio está muito acima de individualidades. E, por mais que tenhamos que ser críticos com tudo que envolve o Grêmio, a Libertadores exige esse comprometimento de todos e o fim do fogo amigo enquanto se está envolvido com ela. Não é hora tripudiar nos defeitos, mas sim de valorizar o que temos de bom. O que não podemos fazer é municiar nossos adversários muito menos nos sabotar, pois só ganha a Copa quem quer.

Sei que corro o risco de ser pessimamente interpretado e me acusarem de oficialista (não vai ser a primeira vez), mas o objetivo, se alcançado, compensa – e muito – qualquer mal entendido.

Tenho um sonho. E vocês?”

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