26 de novembro de 2005, tarde quente de primavera; o nervosismo tomava conta da alma de cada gremista.
Toda superstição era válida; eu usava a mesma camiseta de todo o campeonato, sentava no mesmo lugar e, assitia pelo mesmo canal.
Foi o maior sofrimento da minha vida, e, a maior alegria também. Poderia dizer: "tenho certeza que nunca terei outra igual", mas para o GRÊMIO, nunca, não existe.
Tenho certeza apenas, que aquele jogo jamais sairá da memória dos gremistas, que qualquer título que vier se não tiver o mesmo sofrimento, não será igual.
Fui criado chamando os COLORADOS de sofredores, porque eles sempre perdiam, mas depois daquele 26/11/2005, eu vi, nós somos os sofredores, e, como é bom ser um sofredor quando se é vitorioso.


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