No final de semana passado (15-17/07), deu-se início ao 1º Encontro de Fronteira, festival da boa arte nativista, onde um tema foi sorteado na sexta-feira, e as composições, idealizadas durante o dia, foram apresentadas na noite de sábado.
Mas além das belas composições apresentadas, o que se sobre-saiu foi o clima de confraternização, as brincadeiras que perduraram os três dias, e, claro, as borracheiras; Essas se destacaram, Rodrigo Tavares que ganhou o prêmio destaque da borracheira, pelo desempenho logo de saída; Bruno Teixeira que contesta a premiação ao Tavares, alegando que o prêmio deveria ser dado a duração da borracheira (a dele durou os três dias) e este que vos escreve; perdoem se esqueci de alguma outra, é que devido a ela não lembro dos demais...hahah.
O Encontro serviu também para que velhas amizades se encontrassem novamente, e, para que outras fossem construídas.
No domingo, com o sentimento nostálgico do festival e a recepção às famílias que foram buscar os participantes e confraternizar no último dia (mulher só entrava no domingo), restou à despedida e a certeza de que o próximo será mais aguardado do que este.

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