São de veras irritantes as
participações olímpicas do Brasil; nessa edição então nem se fala.
Os esportes onde o Brasil tem os
melhores atletas, esses tiveram participações decepcionantes, como no caso de
Cielo e demais nadadores brasileiros que são campeões mundiais, onde
conseguimos uma medalha de bronze e uma de prata.
O caso mais vexatório foi a da
atleta Fabiana Murer do salto com vara, que desistiu de saltar alegando que o
vento estava muito forte, ou seja, uma campeã mundial, que sonha e planeja quatro
anos para participar dos jogos simplesmente desiste por causa do vento.
Outro fato que irrita, são os
narradores justificando as eliminações brasileiras, com “a melhor participação
da história do Brasil com o 16º lugar” ou “falta mais investimento no esporte
do Brasil”.
Concordo, falta muito
investimento, mas do que adianta se quando se investe proporcionamos fiascos como
o de Fabiana; será que os africanos, que são os principais astros das maratonas
e corridas de longas distâncias têm tanto investimento assim? Claro que não,
sua base é feita correndo na rua de pés descalços.
É inaceitável esse conformismo de
derrota, essa síndrome de vira-latas que tínhamos no futebol até a conquista da
primeira copa, permanece nos demais esportes. Restam alguns esportes coletivos para
que possamos melhorar a nossa imagem, mas é complicada a situação.
As autoridades responsáveis têm
que rever seus critérios e cobrar mais de nossos atletas, para que em 2016 não
façamos um fiasco histórico dentro de nossa própria casa.
Afinal, o segundo lugar nada mais
é do que primeiro perdedor!

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