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Bagé, RS, Brazil
Sou gaúcho de Bagé, Advogado, pós graduando em Direito Público com ênfase em gestão pública, secretário de juventude do PSB/Bagé, torcedor do Grêmio e do Bagé.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Libertadores da América; Do charme à desmoralização

O maior campeonato de futebol do continente sul americano está perdendo cada vez mais seu charme e sua graça, passando a ser disputado e conquistado por times medíocres e sem tradição no cenário mundial.

Muito disso se dá pela má administração das grandes potências do esporte, combinado com a crise econômica que o continente vive e pela desorganização da CONMEBOL.

Dos grandes clubes do continente, apenas os uruguaios Penãrol e Nacional e os brasileiros Grêmio, Cruzeiro e Flamengo estão na disputa do troféu mais cobiçado do América do Sul. O Olímpia, principal time paraguaio está fora, assim como os gigantes argentinos Boca Jrs, River Plate, Independiente e Estudiantes, e os grandes brasileiros Palmeiras, Santos, São Paulo e Corinthians e o chileno Colo Colo.

Times tradicionais, mas de menor força estão na disputa, como os colombianos Deportivo Cali e Atlético Nacional de Medelin, além dos argentinos Vélez Sarsfield e Newll's Old Boys, do paraguaio Cerro Porteño e do chileno Universidad de Chile.

Os mexicanos, que disputam pelo olho grande da CONMEBOL no mercado televisivo daquele País, muitas vezes incomodam, mas servem apenas para atrapalhar o desenvolvimento do futebol deste continente, visto que não podem nos representar no mundial e ocupam vagas que poderiam ser destinadas aos clubes do nosso continente.

Outro fato que chama a atenção, é o surgimento de times de menor potencial na América do Sul nos últimos anos, conquistando o campeonato, tais como os brasileiros Internacional de Porto Alegre (rival do Grêmio) e Atlético Mineiro (rival do Cruzeiro), além do colombiano Once Caldas e da equatoriana LDU.

O fato de times pouco tradicionais fora de seus países, conquistarem o torneio com tanta frequência, como nos dias de hoje era algo praticamente impensável até 10 anos atrás. Antes desses acima citados, apenas Racing  e Argentinos Juniors da Argentina, e o Vasco da Gama do Brasil conquistaram essa façanha .

Tudo isso resulta no enfraquecimento da competição, e acarreta no fato de sermos representados no mundial de clubes por times fracos, acabando em fiascos como a eliminação do Internacional de Porto Alegre para o Mazembe do Congo (sim, Congo) e do Atlético Mineiro para o Raja Casablanca do Marrocos.

E esse ano, ficará entre os gigantes campeões continentais ou os nanicos poderão surpreender novamente?

Acredito que o principal favorito para o título seja o Super Campeão, Grêmio e, se tivermos surpresa, possa acontecer pelo lado do também brasileiro, Botafogo do Rio de Janeiro.

                        Aguardemos!

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