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Sou gaúcho de Bagé, Advogado, pós graduando em Direito Público com ênfase em gestão pública, secretário de juventude do PSB/Bagé, torcedor do Grêmio e do Bagé.

domingo, 28 de junho de 2015

A Amélia segue sendo mulher de verdade, diferente, mas mulher de verdade.

Vendo a reportagem do "Fantástico", sobre a história da popular música "Ai, que saudade da Amélia", fiz uma rápida análise acerca da diferença das mulheres da época de criação da música (1942) e as de hoje.

Podemos ver que houve uma grande mudança no comportamento das mulheres e da sociedade, mas que esta ainda é relutante em aceitar essas “novidades”. 

Hoje as Amélias são bem diferentes.

Elas não aceitam passar fome ao lado do homem, elas vão à luta e colocam o que comer dentro de casa para os que dependem delas, inclusive os homens.

As Amélias de hoje, seguem sem pedir luxo e vaidade; elas buscam isso por conta própria, sem precisar pedir nada a ninguém, podendo querer tudo que veem.

Atualmente, as mulheres de verdade deixaram de ser submissas aos maridos, e, conquistaram seus espaços, assumindo o papel de chefe de família. Elas descobriram o que é consciência.

Elas fazem sim muitas exigências. Exigências por direitos iguais, por mais espaços, por mais respeito.

Os tempos mudaram; as Amélias mudaram.

A única coisa que não mudou, é que elas seguem sendo mulheres de verdade!


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